By betonicou
"Expresso-me em curvas, retas e esquinas, porque sempre volto onde esqueci algo importante, sempre visualizo o horizonte e, sempre tenho um caminho a escolher. Sigo adiante dobrando esquinas ou fazendo uma curva, mas sempre visualizando uma linha reta da vida". by betonicou © In the ones of the brightness of its commentary.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
silêncio memorial © Copyright
By betonicou
terça-feira, 7 de junho de 2016
Adeus, adeus !© Copyright
Toquei os sinos e calei os gemidos. Troquei o sol pela lua em tom de desabafo. Nessa noite, os meus grilos cantam
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Amor calado © Copyright
Esse vento vai passar! Aliás, tudo já se foi. Percebi, que passou tudo...
Tenha zelo lá fora!
As estrelas estão caindo e outro sol pode escurecer...
Minhas razões são "eus" aprimorados. Voar agora, somente no
sagrado, ou
Nas asas de um beija flor. Não vi enegrecer, nem o inverno
que chegou. Não vi
Quando a inocência se desfez e nem vi, quando o meu eco se
fez mudo...
Nem as razões dos meus versos puderem fazer, a chuva
passar... e quando
As estrelas caíram eu guardei o sol, para aquecer o seu
mundo.
Nem toda a simpatia compraram, as notas certas, pra poder cantar.
Tudo que morre é plantado.... São sementes de cuidados, para
germinar uma
Outra flor. Um novo sol se tudo escurecer, um outro dia, para
poder chegar.
Uma nova poesia para escrever e uma nova luz, para poder brilhar.
Um outro jardim para os meus versos, que são notas, para
poder cantar.
Um novo chão para caminhar e um novo som, para aqueles ecos,
que se fizeram
Mudos. Tantas lembranças, são cuidados, que a alma guarda, para
poder lembrar.
E tudo é viver sem recados, enquanto minha voz desnuda, os
meus versos, para
Poder falar. Vejo o tempo que se cumpriu e a espera que
perdoou... Vejo o mundo
Que caiu e o mundo, que se levantou. Tudo se calou e deixou de chorar, todo
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Eufonia © Copyright
Dão dores e calafrios
... De Todos os sorrisos forçados, e reter os
Graciosos de meninos.
Vou recortar todos os versos lindos, e enfeitar
Minhas paredes, não
de bemóis, mas de sustenidos... levantar meu
Espirito em pura ternura, e da alma fazer um barco, que
navegue por
Mares de brandura ... quero refazer meus caminhos, estes que
o coração
Teimou em desviar-se, e ondular-se ...vou recolher todas as
águas não
Calmas, mas banhar-me, todas as vezes que cada olho necessitasse
...
E tornar brisas, todos os instantes... antes que
qualquer febre me
Queimasse ... verter a calma das fontes tranquilas, e o rumo
certo
Que do novo nasce. Ver o certo que não pensamos, pensar o
pouco
De bom que precisasse
... fazer a diferença, mesmo que no pouco que
Bastasse ...quero guardar meus segredos, da saudade
ressentida...
Sorrir e sepultar as dores, numa alegria incontida ...lembrar
o que é belo,
E a certeza de celebrar de novo ...rever a parte perdida, no
meio do
Palheiro que é esse povo.
E entregar-me todo, aos meus versos, e
soprar
Como brisa em cada rosto. Cantar a canção singela, o tom alegre,
que
Será tanto! Ao crescer, todo renovo...não renegar minhas
estrelas....
Essas, que avistam e avisam o mau caminho. Temperar meu sol
com
Brisas e o cuidado de um ninho... Crescer de novo, todo este brilho; agora
Pequeninho. Não renegar a esperança, a de renascer e crescer
a cada dia.
Colher os Frutos, e as flores da amplitude! Querer sempre o singelo, e a
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Alma © Copyright
Para contar, mas o coração, tem todo o seu jeito de falar! São as
Tristezas que fizeram o seu cerco, São as alegrias que não
Deixaram um travesseiro, onde eu possa dormir. Meu peito
Todo acelera, e ainda não chegou a hora de partir. Eu sorvi
veneno , junto à minha taça de felicidades .... Naquela noite
tão
Explosiva, o escuro trouxe minhas saudades. Os fogos não
deflagraram
Como estrelas cadentes no céu, e meu corpo , todo em pedra
pesava...
E minha alma, toda chorosa lembrava; Cada um tinha seu jeito
de
Sentir. Mas esse, e’ o meu jeito de dizer que fui, e nunca ter
querido ir.
A minha alma tem saudade, daquela parte que o vento levou, e
meu
Coração se apavora com o tempo molhado. E são essas águas
mornas
Que meu corpo verteu, e se alagou. E nesse tempo de eterna
noite que
Tanto amedronta, eu me assusto! Não tenho as marquises para
esconder
A miséria emotiva que tanto sinto. Se há tempo para tudo
nessa vida...
Então chegou a minha hora de ir! Porém, o coração nunca quer
ter que
Partir. E esse dia de noite, foi que as sombras tentaram esconder,
para
Não sentir e ver ...
Que de minhas cores preferidas, não dava para esquecer.
Numa névoa esconderam os tons verde e azul. E agora de olhos
baixos,
Só vejo o Sul ... E
isso tudo amedronta! Pois de forte, apenas a minha casca
Apavora ...A minha
alma tem sede, de colocar o sereno, e
frágil para fora. ...
Meu coração, se renega,
e todo apático, meu corpo se fez. Não há palavras
Que consolem meu ser,
que é o todo sério, e calado da vez... ...E por dentro
A alma se contorce...
Pois não e ‘essa a essência de perfume , que trago
Dentro de
mim...e as portas antes fechadas querem-se abrir; todas assim!
E nessa noite escura, que de tanto cego me desfez ... qual
e’ o remédio
sábado, 9 de janeiro de 2016
transparência © Copyright
Eu me refiz e voltei todo sóbrio sorrindo, para o meu centro.
O meu eu trouxe minha lembrança e descobri bem ali por
dentro a minha esperança . Eu hoje prendi, toda a minha
saudade, e peguei os brinquedos, de quando eu era criança.
Eram os piões que rodavam pela força dos fracos e singelos
cordões. Era a ciranda ,que rodopiava, e fazia brotar sorrisos
da força dos meus frágeis tendões . Eu hoje, me desfiz do
meu
desassossego, e descartei os meus segredos na estrada dos
ventos. E venho um brilho de vida para dentro de minhas
janelas...
Meus olhos se abriram para viver os minutos, bem atentos.
Eu acordei num berço embalado pelas brisas, e procurei um
sonho meio sonolento... E divagava devagar, para não pesar
as asas suaves do meu pensamento. Eu colhi buquê de flores,
para os túmulos de minhas lembranças. Eu acordei nas águas
doces da minha inocência crua, dos tempos de infância. Mas
ouvi com saudades as canções solitárias, e externas do meu
mundo ...E revivi todo o passado, alegre ou triste, mesmo
que
por um breve segundo. Eu mergulhei bem profundo, para ver se
achava as águas do nosso lençol. Aquelas águas que irrigavam
cada um, com seu coração dourado de girassol. Porém
encontrei
uma Fonte, de liquido lacrimal. águas cinzas que refletiam a lua fria,
dos nossos quase apagados corpos banhados em formol ... Eu
despertei-me por dentro! Eu acordei bem nesse triste momento!
Minha criança acenou e me puxou-me de volta, ao meu epicentro...
No meu verdadeiro espaço puxou-me, adentro . Eu hoje
busquei
os acenos e os sinais da minha antiga, e esquecida inocência.
Eu
hoje busquei os reflexos presos, nos opacos da minha desmerecida,
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Despedida © Copyright
Ouço tua voz, este teu som rouco e
sedutor. Vejo este teu jeito cético
de fazer amor. Esta tua boca tem perfume, te beijar era meu costume,
mas em teu jardim um pouco árido não pude repousar. Faz da vida o
que bem quer, e outro ama, e faz
o pouco que puder. Revirando
a mesa traz à tona a tristeza. Faz da minha voz interior uma incerteza.
Ouço a canção da despedida, e toda a lucides fora diluída. Esta paixão é a mais sofrida, porém o
amor cura aquela dor tão ressentida, e o desejo
tolo se calou.
Vejo o teu corpo andar pela minha rua, e
não sinto a essência; talvez, disso esteja nua. Esta tua boca perdeu o perfume
de vez, e pode até ser coisa
de ciúme, e eu não quero mais gostar. Da tua boca perdi o
costume, mas sempre o coração não sabe como se aquietar. Fez bater
forte para eu dançar de novo. Os teus olhos, e’ o que procuro, para ver
se há céu para poder sonhar. Esta ilusão toda vergonhosa, sofrida e
desmerecida faz querer retornar para a vida, antes sossegada e tão divertida;
bem antes da boca mais linda e sedutora, que o meu beijo jamais beijou.
by betonicou
arte:batik pictures abstraction
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