Dão dores e calafrios
... De Todos os sorrisos forçados, e reter os
Graciosos de meninos.
Vou recortar todos os versos lindos, e enfeitar
Minhas paredes, não
de bemóis, mas de sustenidos... levantar meu
Espirito em pura ternura, e da alma fazer um barco, que
navegue por
Mares de brandura ... quero refazer meus caminhos, estes que
o coração
Teimou em desviar-se, e ondular-se ...vou recolher todas as
águas não
Calmas, mas banhar-me, todas as vezes que cada olho necessitasse
...
E tornar brisas, todos os instantes... antes que
qualquer febre me
Queimasse ... verter a calma das fontes tranquilas, e o rumo
certo
Que do novo nasce. Ver o certo que não pensamos, pensar o
pouco
De bom que precisasse
... fazer a diferença, mesmo que no pouco que
Bastasse ...quero guardar meus segredos, da saudade
ressentida...
Sorrir e sepultar as dores, numa alegria incontida ...lembrar
o que é belo,
E a certeza de celebrar de novo ...rever a parte perdida, no
meio do
Palheiro que é esse povo.
E entregar-me todo, aos meus versos, e
soprar
Como brisa em cada rosto. Cantar a canção singela, o tom alegre,
que
Será tanto! Ao crescer, todo renovo...não renegar minhas
estrelas....
Essas, que avistam e avisam o mau caminho. Temperar meu sol
com
Brisas e o cuidado de um ninho... Crescer de novo, todo este brilho; agora
Pequeninho. Não renegar a esperança, a de renascer e crescer
a cada dia.
Colher os Frutos, e as flores da amplitude! Querer sempre o singelo, e a














