gente que não sabe onde ficar... Tem gente na varanda vendo
o
sol, lá no poente e tem a gente que não sabe onde pousar...
Tem as pessoas que tem o riso tão de repente e tem a gente
Que tem que rir pra
não chorar... Uma esquina, pra escolher o
tão frequente... E muita gente que se perde pra se
encontrar.
Tem gente que acena pra quem volta distante... E tem os
acenos
que o coração faz apertar... Uma saudade, apenas uma nos
consome...
Ai querer, uma canção pra recordar. Tem as pessoas que
parecem
ser, de um mundo tão distante... E sempre tem alguém que
nunca
Pertence há nenhum lugar. O sonhador que voa nos pensamentos
Divagantes... E a realidade que sabe, onde o coração descansa
e
onde o peito pode
repousar... E vontades, é o que tenho de tão
latente... Uma esperança que águas turvas, não possam
ofuscar,
uma aquarela, de
cores lindas e marcantes e todas as cores do
mundo e ninguém
cinza para apagar. Uma canção que toque
o surdo e esse sorrir pra gente, uma poesia que o mudo
declame
e nos ensine o que falar... Uma nova versão, de o eu homem
nascer tão
Gentilmente... Ao vir ao mundo sorrir e não chorar. E toda
gente saber
que somos, uma só aquarela deste mundo de cores tão
vibrantes!














