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curvas, retas e esquinas

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Razões sentimentais ...© Copyright

Uma escada azul que chegue ate os céus, ainda não encontrei...
Subi apenas, nos vendavais diferentes que amei.
Ainda quero descobrir, como chegar aos céus para viver.
Saltitar entre as estrelas, e por lá encontrar você.
Os ventos que me rodam, levam por caminhos inseguros...
Quero as notas brilhantes de lindas melodias, para atravessar
Os caminhos escuros...
Quero procurar entre as estrelas, uma razão diferente...
Dei-me, uma escada que me leve ao verdadeiro amor, aqui
Por enquanto ausente...
Procuro pelo brilho, de realidades serenas... Poder subir entre
Os degraus, das coisas suaves, e amenas...
O poeta navegou por universos de mil sois... Poderá então
O eu mortal, ouvir ao menos a canção dos rouxinóis?
Vaguear pelas estrelas, onde a saudade recordou com dor...
Momentos alegres, sublimes... A ciência do verdadeiro amor.
Das tragédias que nos cercam, em meio as tempestade do ser...
 De não ter a coragem de abraçar, essa pureza, como única
Razão de viver... Galgar entre as estrelas, onde ate meu doce
Sonho alcança... Sou pequeno, não imortal!Apenas sinto, os
Plenos sentidos de esperança...
 O poeta recordou, que vagueou por entre as realidades dos
Sonhos... Poderá então, apenas o eu mortal, deixar os momentos
Tristonhos?
Viajar por entre os mundos, onde a fantasia tudo alcança...
 Tornar realidade, meus conceitos de ternura, dos sonhos
De infância... Ainda sou criança...
Em uma escada de luzes neon, subirei para encontrar você...
Diferente, de todos os caminhos que tracei...
Refazer em todos os sentidos, as emoções lindas fundamentais...
Procurar nos céus, os sonhos de paraíso; dos prazeres sentimentais...By betonicou

sábado, 7 de janeiro de 2012

Baile das chuvas...© Copyright


Dançam os guarda chuvas, debaixo das torrentes que descem do céu aquoso. Pulam e saltitam, as formas redondas coloridas sobre as cabeças protegidas das lagrimas alegres do céu amoroso. Flutuam as formas multicores, sob respingar das águas, e rodopiam os círculos, como lindas flores acima das poças pisadas. Ao repicar dos pingos batem os tambores, e tocam os sinos matutinos. Os movimentos vieram pela manhã, na forma aquosa que serve a terra como luva... São lindos os respingados sons cristalinos. Os pés saltitantes ensaiam a dança ritmada pelo cair da chuva. Debaixo dos coloridos círculos, de nylon ou cetim dançam os versos circulares, nos bailes de rua salpicados de pingos de gotas que não deixam cair sobre mim. O céu enevoado derrama de seus olhos, gotas de pérola cristalina, e de suas pálpebras molhadas pousam as lantejoulas coloridas, borboletas de suas crisálidas retinas. No bailar alegre, do transloucado carnaval de pingos, antes sobre as cabeças nuas, os que dançam alegres, mágicos, são as coloridas formas redondas, sobre os tablados que fazem de todas as ruas! by betonicou






sábado, 24 de dezembro de 2011

Eu e Caronte...© Copyright

Passeio por entre os escombros e  as ruínas, estão por toda parte.
Presencio as realidades confundidas... Ensaio meus passos, em
eternas pontes construídas...
Arco Iris sem cor, cristais opacos... Uma ponte sobre o abismo de
cacos... Um barco, um barqueiro, um preço, uma partida, 
um navegar, uma aflição incontida...
Os ventos ausentes, a força dos braços descrentes. Uma visão,
uma chegada, uma dor... Terei que navegar cego, pelo rio sem cor...
Viajo pelas águas das dimensões e  lá , não encontro lugar nas
margens das ilusões...
O barqueiro confuso, por eu ali estar. Onde o meu astral, não
deveria  ali se encontrar. Sua moeda, antes recebida queima lhe
As mãos...
Devolver e  Voltar! Essa, agora é sua única razão... Tornar ao porto da
solidão e retornar onde se fez a partida... Ao cais, onde cada alma
faz sua despedida...
Por entre os montes, no rio da morte... Navega Caronte entregue, 
a sua eterna sorte... Agora confuso por um revés deverá desfazer , 
da singular alma solitária e deslocada em seu convés...
De volta à margem da partida e  devolver a troca que lhe foi oferecida.
Uma moeda devolvida , outra recebida e  um novo passageiro, pronto
para Partida...
Um aceno ao longe!  No rio dos delírios navega o barqueiro,  rumo
aos Elísios campos de lírios...
Caminho, sobre a ponte de cristais translúcidos e reluzentes, 
de volta ao mundo  dos vivos sensatos e dementes...
Acordando,  do pesadelo torpe dos devaneios humanos...
E a certeza, de que não há lugar no cosmo, para tolos,
 E terríveis enganos...          Bybetonicou

domingo, 11 de dezembro de 2011

Veneno e decadência....© Copyright



A vida enlouquece... Opressão!Viver uma noite de ilusão...
Tristezas aborrecem, e ainda dizem "quem pode escolher?" Fazem
O pranto fechar os sorrisos, por tua Vontade, teu querer...
Viciam-se as mentes e corpo... Fazem noites de angustia, e
Por entre os dedos vêem seus sonhos se perderem pelo ar, em
 Fumaça de tola renuncia...

Diante da escuridão que os cercam, calam-se as vozes...
Quem escutara o grito de suas lamurias? Escravizada e’
A inocência... Brotam choros, mata-se a alegria, tola                                      violência!

Comprar a infância pelo vil metal... O caminho débil da
Destruição, puro mal... Morrem pelo caminho, os inocentes...
Entregam-se as sombras dos anjos caídos, decadentes...                                                     
Alguns se livram das vis Correntes... Essa tola imagem da morte
Lenta, da vida ausente... Ninguém pode querer algoz tão
Deprimente!

Uma gostosa expressão da vida, e’ vencer todos os medos...
Estender as mãos para o céu... Pedir que derrubassem
Teus rochedos, as muralhas, mausoléu... Agarrar a doce vida...
Alcançar o que e’ belo, Livrar-se de todos os receios... Cheirar
Gostoso o ar... Ter nas veias sangue limpo,  Para viver, e                                                  Sonhar... Livrar-se dos Terríveis desesperos... Desse
 Pesadelo, finalmente livre, poder acordar! By betonicou

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fantasia...© Copyright



Caminhos verdes no mar, são frutos de minha ilusão,  e oásis no asfalto lunar, e’ até onde vai a imaginação. A de construir pontes sobre as águas turmalinas, e viajar nos horizontes até o palco, e no abrir das cortinas. Questionar, e refletir, nas vidraças de águas marinhas. A fantasia flui constante no alçar voo das asas de neblinas. Voar e revoar! Repousar nos céus! Ver as coisas distantes e levitar sereno, no algodão das nuvens confortantes. Pousar no mundo dos sonhos, e esse fantástico delírio do mundo lunar é onde flutuam cenas marcantes. Viajar e contemplar as longínquas colinas, e vislumbrar de longe as estradas, as ruas e suas diversas esquinas. Plainar por entre nuvens, onde vertem a pureza das águas cristalinas. Navegar sobre o dorso dos ventos domando tempestades de todas as sinas.... Desfazer as tristezas refazendo de novo os caminhos. São verdes horizontes, onde se escreve no céu,  os novos, e certeiros destinos. Sorrisos, semblantes alegres, e imagens ternas pelo ar. Dançar por entre as notas dos ventos no rodopiar e saltitar. Caminhos verdes sobre o mar, são frutos de alucinação, e oásis no deserto e’ o prazer refrescante no ermo da solidão. As águas são claras, doces e tranquilas. São Águas límpidas, onde se pode saciar dessa fonte de alegrias divertidas. Entre os caminhos oferecidos, e às vezes, estradas mal escolhidas.... Podemos escolher voar pelos sonhos de criança incontida. No mundo surreal, da magica razão da inocência escondida…. Ter símplice noção,  de ser a pessoa adulta, apenas  infância   iludida...



 by betonicou

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Hei você ! ...© Copyright

A vida. e’ um tremendo sucesso e despedida...
Melhoras de alegrias, ou mazelas escolhidas.
Flutuar ou naufragar, sobre os rios,
São escolhas de certeza refletida... Ou o cair
De uma Fe... De uma vida esquecida .

Os ponteiros do relógio se quebraram...
Os sonhos se desfizeram, e se trituraram...
Cacos de realidades que se despedaçaram...
Hei!Por que se lamentar, Se podemos reverter
Os ponteiros? A engrenagem tem que ficar
Por inteiro... O maquinar da vida, tem que                                                     Continuar seus tolos, ou belos devaneios...
.
Lamentamos o frio, o calor, a chuva, mas,
Não choramos as estações, por nos invertidas...
Eis Que sofre a sua natureza... Passo a passo,
Belezas destruídas!

Labutamos, na fabrica de nossos sonhos; um
Sonho por vez! Basta fechar os olhos, contar
Um, dois, três, e esperar acontecer...
Os ganhos, a promessa o céu, já nos fez!
Ansiedade, e’ puro transtorno de sentimentos
Estranhos...
Sorrir para a vida, e’ pura despedida dos enganos...

Sozinho é o corpo... O espírito voa pelos céus,
Abertos em asas de levezas...
E com os anjos e’ sempre um lindo, e feliz encontro;
Uma das grandes, e lindas certezas!
Sorrir, sorrir sempre!Chorar, chorar apenas, como
Expressão de alegria...
Viver, viver, sempre! Morrer, morrer... Que morram
As tristezas da vida,  e as infernais agonias!Estas sim,







Já não são mais bem vindas, não mais queridas, e Para sempre, serão esquecidas!          By betonicou

domingo, 27 de novembro de 2011

Helena mulher...© Copyright

Helena, que em versos, e prosas; citada
Em todas as formas... Helenas gregas,
Sutis; Helenas de um, ou vários Paris.
Tuas formas singelas iludem  de vez...
O moço inocente, plebeus, ate reis!
Teus traços formosos te fazem perfeita
Mulher; que descobre paixões... Quem não
Quer-te Helena da Grécia, Helena de Tróia,
De todos os brasis? Leva contigo Paris!
Leva a inocência; tu és, inocente talvez...
No berço dos deuses, bela formosa,
Fez-se... Teu rosto, de rosa glamorosa,
Teus seios fartos, de mulher perigosa...
Talvez nem seja...  Apenas inocente menina.
Pura ninfa amorosa; de olhar meigo, doce,
Cruel sina... No teu olhar, meu olhar, quem diz?
Paris, por ti guerreou Aquiles; sim,
Paris! Príncipe criança de troia.
Assim acontece, nos mundos, nas terras
De vários brasis... Helena, doce Helena!
Erro fatal de mulher, ainda feliz? By betonicou