Páginas

curvas, retas e esquinas

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fantasia...© Copyright



Caminhos verdes no mar, são frutos de minha ilusão,  e oásis no asfalto lunar, e’ até onde vai a imaginação. A de construir pontes sobre as águas turmalinas, e viajar nos horizontes até o palco, e no abrir das cortinas. Questionar, e refletir, nas vidraças de águas marinhas. A fantasia flui constante no alçar voo das asas de neblinas. Voar e revoar! Repousar nos céus! Ver as coisas distantes e levitar sereno, no algodão das nuvens confortantes. Pousar no mundo dos sonhos, e esse fantástico delírio do mundo lunar é onde flutuam cenas marcantes. Viajar e contemplar as longínquas colinas, e vislumbrar de longe as estradas, as ruas e suas diversas esquinas. Plainar por entre nuvens, onde vertem a pureza das águas cristalinas. Navegar sobre o dorso dos ventos domando tempestades de todas as sinas.... Desfazer as tristezas refazendo de novo os caminhos. São verdes horizontes, onde se escreve no céu,  os novos, e certeiros destinos. Sorrisos, semblantes alegres, e imagens ternas pelo ar. Dançar por entre as notas dos ventos no rodopiar e saltitar. Caminhos verdes sobre o mar, são frutos de alucinação, e oásis no deserto e’ o prazer refrescante no ermo da solidão. As águas são claras, doces e tranquilas. São Águas límpidas, onde se pode saciar dessa fonte de alegrias divertidas. Entre os caminhos oferecidos, e às vezes, estradas mal escolhidas.... Podemos escolher voar pelos sonhos de criança incontida. No mundo surreal, da magica razão da inocência escondida…. Ter símplice noção,  de ser a pessoa adulta, apenas  infância   iludida...



 by betonicou

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Hei você ! ...© Copyright

A vida. e’ um tremendo sucesso e despedida...
Melhoras de alegrias, ou mazelas escolhidas.
Flutuar ou naufragar, sobre os rios,
São escolhas de certeza refletida... Ou o cair
De uma Fe... De uma vida esquecida .

Os ponteiros do relógio se quebraram...
Os sonhos se desfizeram, e se trituraram...
Cacos de realidades que se despedaçaram...
Hei!Por que se lamentar, Se podemos reverter
Os ponteiros? A engrenagem tem que ficar
Por inteiro... O maquinar da vida, tem que                                                     Continuar seus tolos, ou belos devaneios...
.
Lamentamos o frio, o calor, a chuva, mas,
Não choramos as estações, por nos invertidas...
Eis Que sofre a sua natureza... Passo a passo,
Belezas destruídas!

Labutamos, na fabrica de nossos sonhos; um
Sonho por vez! Basta fechar os olhos, contar
Um, dois, três, e esperar acontecer...
Os ganhos, a promessa o céu, já nos fez!
Ansiedade, e’ puro transtorno de sentimentos
Estranhos...
Sorrir para a vida, e’ pura despedida dos enganos...

Sozinho é o corpo... O espírito voa pelos céus,
Abertos em asas de levezas...
E com os anjos e’ sempre um lindo, e feliz encontro;
Uma das grandes, e lindas certezas!
Sorrir, sorrir sempre!Chorar, chorar apenas, como
Expressão de alegria...
Viver, viver, sempre! Morrer, morrer... Que morram
As tristezas da vida,  e as infernais agonias!Estas sim,







Já não são mais bem vindas, não mais queridas, e Para sempre, serão esquecidas!          By betonicou

domingo, 27 de novembro de 2011

Helena mulher...© Copyright

Helena, que em versos, e prosas; citada
Em todas as formas... Helenas gregas,
Sutis; Helenas de um, ou vários Paris.
Tuas formas singelas iludem  de vez...
O moço inocente, plebeus, ate reis!
Teus traços formosos te fazem perfeita
Mulher; que descobre paixões... Quem não
Quer-te Helena da Grécia, Helena de Tróia,
De todos os brasis? Leva contigo Paris!
Leva a inocência; tu és, inocente talvez...
No berço dos deuses, bela formosa,
Fez-se... Teu rosto, de rosa glamorosa,
Teus seios fartos, de mulher perigosa...
Talvez nem seja...  Apenas inocente menina.
Pura ninfa amorosa; de olhar meigo, doce,
Cruel sina... No teu olhar, meu olhar, quem diz?
Paris, por ti guerreou Aquiles; sim,
Paris! Príncipe criança de troia.
Assim acontece, nos mundos, nas terras
De vários brasis... Helena, doce Helena!
Erro fatal de mulher, ainda feliz? By betonicou

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sonhos de melodia...© Copyright


Viajo por entre teus sonhos e vejo o que lá está observando as nuances de tuas cores preferidas. Vejo teu jardim salpicado, de flores belas, suaves e coloridas. Viajo por teu mundo, e em todo canto está repleto do mais puro encanto. Pétalas douradas começam a cair sobre nós, em cintilante manto. Teu perfume, de sonhos que impregnam o vento faz-nos dançar e flutuar leve em meu pensamento, onde por entre notas de ternura ficamos livres dos ponteiros do tempo.... Sinto teu cheiro que dopa em fragrância, de puro e leve desconcerto. Saltitamos por entre as nuvens, de teu particular mundo, e do meu me liberto.... Brincamos o amor, ali em uma ciranda de pura Inocência.... Estamos voando, no interior de tua linda e terna existência.  O azul do céu de teu sonho, está repleto de estrelas.... Tocamos o sol em abraços com a lua... Amamo-nos, Juntos em teu céu de leveza e ternura pura.... Não existe noite, nem dia neste nosso sonho dourado. Vejo o eterno tempo brilhante, de pura poesia em eterna sintonia ali, divinamente ilustrado. Sopraram se os sonhos que se espalham aos ventos tênues.  Pétalas de flor e serenas caem sobre nós, em chuva de água de cheiro e perfume, de aromas perenes. Flutuamos em corpos etéreos, na transparência de nossos sentimentos nus e dançamos em teus sonhos, no alto das leves copas de bambus. Lançamo-nos ao vento, em suave voo de beija flor.  Delírio de febre, doce paixão e agora, delicia de amor. Voamos nas asas de multicores borboletas, por entre a realidade de teus imaginários tons... E nos misturamos aos desejos, de sonhar e sentir teus dons. Ainda dormente ouço a voz dos teus sonhos e viajo, em teus lindos e sonoros sons.  

                 by betonicou





                       































                        


sábado, 5 de novembro de 2011

Blues melancolia © Copyright


Tenho sentimentos sinceros, mas sinto a resposta perdida...
Em meio a confusões do tempo, ainda mato minha sede
nas águas das pedras, ali retidas...
Confesso a minha sorte em grito de fuga angustiante...
Revejo os meus doces sonhos singelos desaparecendo
ao longe,  num repentino clamor  seguido, da batida forte,
do meu peito doído....   Mas ainda livre, leve e  pulsante!

Ouvi bem de longe,  triste e suave melodia de lindos tons 
em contraste bem gritante, com a minha voz de pura agonia.
A saudade emite seus grunhidos sons...
Solto as amarras que me prendem a este mundo... Grilhões,
Tenazes , fortes e marcantes!
Ouvi o chamado  distante, de consolo e  despedida,
em profundos tons vibrantes...

Ferro quente, brasa ardente e  deixar ficar para trás...
Quero alegria, sabor diferente, ternura, anseios de paz!
Quero os suaves momentos elegantes, dos beijos puros
da inocência perdida. ...
Onde refaço a certeza, de que ter você por perto, maus momentos,
Serão para sempre, uma eterna despedida...
Meus sentimentos  que são sementes, onde brotam os meus
Sonhos, de gente pura e somente... Faço-me cru, sou ingênuo...
Pura timidez de criança,  diante de você tão carente.

Faço-me neste blues, onde deixo a minha alma sofrida.
Mergulho  em teus braços,  minha fonte repleta de vida...
Em teu corpo morno e quente  deixo de ser criança
indigente... Faço-me de novo  sereno,  de  sentimentos puros de criança

Inocente...  By betonicou

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Olhares de ternura...© Copyright


E as pálpebras, se abriram para o infinito... A luz se mostrou!
Meus olhos, e teus olhos se viram...
Os ventos, que de você trouxeram o aroma do teu cheiro,
Rebrilharam as minhas pupilas de ternura, e de meus secretos
Desejos... De meus dedos Trêmulos de anseios, fluíram a escrita...
Do pincel, a doce alma do artista, retrata na pintura, a tua
 Beleza... Tal esplêndida formosura, para mim muito bendita.

Na caída da chuva, no néctar, em meio às gotículas de mel,
Vejo a tua face rubra pela Estrela dourada... E a trilha sonora dos
Ventos sussurram palavras melódicas, de versos adocicados,
Em uma rapsódia plena, de sentimentos molhados, e almiscarados
Pela s águas esvaídas do céu... Nossos prazeres dançam o canto
Dos trovões...  Teus olhos de espelhos verdes turmalina, refletem
Os segredos do nosso universo, em total desatino...

Meu beijo com o Teu beijo, minha face com a tua face... O vermelho
Quente de pura, e singela vergonha... A alegria de lagrimas celeste, que
Banham nossas faces acanhadas... No fechar dos olhos, pelo teu brilho,
Ofuscante, agora reabertos, e rebrilhados... Vislumbro tua terna figura,
Em banho de sonhos molhados... Que do teu céu de deusa, se esvaem
Em véu de grinalda... Sobre os teus ombros macios delicados, se jogam,
Em queda de cachoeira de gotas brilhantes...

Das águas de teus olhos molhados, no respingar dos teus veios,
 E teus gestos de versos, ressaltam a pintura dos sentimentos ternos...
Que deste céu orvalhado, se derramam em lindas partículas
Borbulhantes de Ternura...
E os ventos, terminam a sinfonia na calmaria dos Tons, de harmonia...
E os céus se abrem, com seus raios de ouro colorados, emoldurando
Teu rosto de ninfa pura... Anunciando em cânticos celestes, o terno, e eterno...
Momento, que para sempre será relembrado, nas Partituras de nossos corações.

E os olhos do céu se abriram, E mostraram total fulgor! O resplendor da
Trilha dos meus olhos; Rumo aos teus olhos...
Um encontro da nossa eterna essência, do nosso eterno eu...
 By betonicou

domingo, 18 de setembro de 2011

Borboletas noturnas...© Copyright


Ao som das Arias, o crepúsculo ensaia o retorna da noite e sua coroa
De ébano estrelado. A sua volta,  em cores rubras e  douradas. O  cantar de um
Coro nos tons das clássicas tocadas...
Um tablado, o roçar de uma saia, no raso do chão, no rodopio frenesi,
No bailar sob a lua, esta ali, toda quente na entrega, na dança, uma magia
Da alma frenética, e desnuda...
As vozes se misturam ao som do violino, e o calor de um corpo bailado...
No suor delirante, ardor, odor, sensações e cheiros mesclados... Ao ritmo
Clássico, ou ao bailado, dos sapateados picantes...
Os ventos gritam em uivos, e sonoros aplausos! Aclamando a dançarina,
Que alça o vôo das borboletas noturnas...

Um rodopio, um salto, ponta dos pés, que apontam para o luar, querendo
Tocar, o cristal prata... Mergulhar, afogar, desabrochar no mar cinza,
Levitar pousar... O bailar no picadeiro acentua o brilhar das Graças, sob o
Pulsar dos raios da amorosa lua, e das sonatas... Ou da dourada, e graciosa
 Lua cheia das serenatas.
Entre o bailar desvairado, do brilho dançante, como que poetizando no ar,
Com as letras, de bailarina musa... Os rodopios saltitam, nos mágicos sonhos, e sons, das cordas, que pulsam, e se misturam, aos sons tirados do fôlego musical, das tubas, e companheiros musicados.   
E no dançar da alegria, a imaginação toma vida, no teclar preto e branco, das notas divinas do piano de calda... Aos gestos virtuosos, do pianista
Embriagado, pela visão do dançar enluarado, da bailarina emplumada...
Onde as flores, brotam ao tocar o chão, com seus pés de tália, e sua alegria
Voante, em asas de seda e jasmim, e o cintilar, de Aglaia...

Ao som de um violino, e os acordes de um violão, no bailar constante, de
Uma dançante paixão, Uma fogueira, um espelho, um quarto da minguante, e tão cheia lua...
Um romance bailarino, que desnuda os universos dos prazeres, misturados
A um desatar de desejos, da carne pura e nua...
O bailarino repousa em seus braços, o pouso do voar rasante da magia emplumada. . Hora, borboleta, em suavidade semblante, hora, o emplumado voar, do cisne prateado ofegante...
Oscilando entre as notas mágicas, um canto ao fundo entoa os passos...
E o retumbar de um coração acelerado, um rodopio, um passo Doublé...
Do bailar... Um corpo, que se solta aos ventos, um voar, um olhar no olhar,
Uma dança no dançar...
Firmeza singela, uma entrega, um calor... Uma pétala, uma flor, aplausos!
O céu se abriu! Um anjo dança o Ballet dos mortais...
A platéia se levanta, e se derrama em aplausos... Em deslumbre, pelo vôo pleno angelical...


Uma ave no ar, no ballet dos ventos, o vôo da magia dançante, o flutuar de um corpo pulsante, que repousa entre as notas... Um plainar suave, um mergulho em braços aconchegantes...                                     
Em um mar de emoções constantes, no bailar incessante, sob o luar idolatrado, dos entes amados
 Uma dança, uma lua, dois amantes, um calor, uma só pele nua... Êxtase, gotículas sem cor...
Uma trama, um drama, um drama na trama, de bailar, amar ao som
De um violino, a ternura da canção, no cantar...
Flutuar nos caminhos mágicos da emoção... No passo duplo, no ritmar do amor...
No teclar mágico dos dedos da ternura, divinais movimentos, conduzem a magia, da harmonia musical, nos bailes da lua...
E os dançantes, se embriagam sobre os passos, levitados pelos ventos, no pulsar eterno, dos passos bailados, no rodopiar extremo, infinitos dourados...
Aplausos! Os bailarinos dançaram os movimentos do por do sol, e o rodopiado enamorado da lua, anunciando que a vida, e’ o eterno prazer de dançar, no infinito prazer de amar...           By betonicou