Viajo por entre teus sonhos e
vejo o que lá está observando as nuances de tuas cores preferidas. Vejo teu jardim
salpicado, de flores belas, suaves e coloridas. Viajo por teu mundo, e em todo
canto está repleto do mais puro encanto. Pétalas douradas começam a cair sobre nós,
em cintilante manto. Teu perfume, de sonhos que impregnam o vento faz-nos
dançar e flutuar leve em meu pensamento, onde por entre notas de ternura
ficamos livres dos ponteiros do tempo.... Sinto teu cheiro que dopa em fragrância,
de puro e leve desconcerto. Saltitamos por entre as nuvens, de teu particular mundo, e do meu me liberto.... Brincamos o amor, ali em uma ciranda de pura Inocência....
Estamos voando, no interior de tua linda e terna existência. O azul do céu de teu sonho, está repleto de
estrelas.... Tocamos o sol em abraços com a lua... Amamo-nos, Juntos em teu céu
de leveza e ternura pura.... Não existe noite, nem dia neste nosso sonho dourado. Vejo
o eterno tempo brilhante, de pura poesia em eterna sintonia ali, divinamente
ilustrado. Sopraram se os sonhos que se espalham aos ventos tênues. Pétalas de flor e serenas caem sobre nós, em
chuva de água de cheiro e perfume, de aromas perenes. Flutuamos em corpos etéreos,
na transparência de nossos sentimentos nus e dançamos em teus sonhos, no alto
das leves copas de bambus. Lançamo-nos ao vento, em suave voo de beija flor. Delírio de febre, doce paixão e agora, delicia
de amor. Voamos nas asas de multicores borboletas, por entre a realidade de
teus imaginários tons... E nos misturamos aos desejos, de sonhar e sentir teus
dons. Ainda dormente ouço a voz dos teus sonhos e viajo, em teus lindos e
sonoros sons.
"Expresso-me, em curvas, retas e esquinas, porque sempre volto onde esqueci algo importante, sempre visualizo o horizonte, e sempre tenho um caminho a escolher. Sigo adiante, dobrando esquinas ou fazendo uma curva, mas sempre visualizando uma linha reta da vida". by betonicou © In the ones of the brightness of its commentary.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Blues melancolia © Copyright
Tenho sentimentos sinceros, mas sinto a resposta perdida...
Em meio a confusões do tempo, ainda mato minha sede
nas águas das pedras, ali retidas...
Confesso a minha sorte em grito de fuga angustiante...
Revejo os meus doces sonhos singelos desaparecendo
ao longe, num repentino clamor seguido, da batida forte,
do meu peito doído.... Mas ainda livre, leve e pulsante!
Ouvi bem de longe, triste e suave melodia de lindos tons
em contraste bem gritante, com a minha voz de pura agonia.
A saudade emite seus grunhidos sons...
Solto as amarras que me prendem a este mundo... Grilhões,
Tenazes , fortes e marcantes!
Ouvi o chamado distante, de consolo e despedida,
em profundos tons vibrantes...
Ferro quente, brasa ardente e deixar ficar para trás...
Quero alegria, sabor diferente, ternura, anseios de paz!
Quero os suaves momentos elegantes, dos beijos puros
da inocência perdida. ...
Onde refaço a certeza, de que ter você por perto, maus momentos,
Serão para sempre, uma eterna despedida...
Meus sentimentos que são sementes, onde brotam os meus
Sonhos, de gente pura e somente... Faço-me cru, sou ingênuo...
Pura timidez de criança, diante de você tão carente.
Faço-me neste blues, onde deixo a minha alma sofrida.
Mergulho em teus braços, minha fonte repleta de vida...
Em teu corpo morno e quente deixo de ser criança
indigente... Faço-me de novo sereno, de sentimentos puros de criança
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Olhares de ternura...© Copyright
E as pálpebras, se abriram para o infinito... A luz se mostrou!
Meus olhos, e teus olhos se viram...
Os ventos, que de você trouxeram o aroma do teu cheiro,
Rebrilharam as minhas pupilas de ternura, e de meus secretos
Desejos... De meus dedos Trêmulos de anseios, fluíram a escrita...
Do pincel, a doce alma do artista, retrata na pintura, a tua
Beleza... Tal esplêndida formosura, para mim muito bendita.
Na caída da chuva, no néctar, em meio às gotículas de mel,
Vejo a tua face rubra pela Estrela dourada... E a trilha sonora dos
Ventos sussurram palavras melódicas, de versos adocicados,
Em uma rapsódia plena, de sentimentos molhados, e almiscarados
Pela s águas esvaídas do céu... Nossos prazeres dançam o canto
Dos trovões... Teus olhos de espelhos verdes turmalina, refletem
Os segredos do nosso universo, em total desatino...
Meu beijo com o Teu beijo, minha face com a tua face... O vermelho
Quente de pura, e singela vergonha... A alegria de lagrimas celeste, que
Banham nossas faces acanhadas... No fechar dos olhos, pelo teu brilho,
Ofuscante, agora reabertos, e rebrilhados... Vislumbro tua terna figura,
Em banho de sonhos molhados... Que do teu céu de deusa, se esvaem
Em véu de grinalda... Sobre os teus ombros macios delicados, se jogam,
Em queda de cachoeira de gotas brilhantes...
Das águas de teus olhos molhados, no respingar dos teus veios,
E teus gestos de versos, ressaltam a pintura dos sentimentos ternos...
Que deste céu orvalhado, se derramam em lindas partículas
Borbulhantes de Ternura...
E os ventos, terminam a sinfonia na calmaria dos Tons, de harmonia...
E os céus se abrem, com seus raios de ouro colorados, emoldurando
Teu rosto de ninfa pura... Anunciando em cânticos celestes, o terno, e eterno...
Momento, que para sempre será relembrado, nas Partituras de nossos corações.
E os olhos do céu se abriram, E mostraram total fulgor! O resplendor da
Trilha dos meus olhos; Rumo aos teus olhos...
Um encontro da nossa eterna essência, do nosso eterno eu...
domingo, 18 de setembro de 2011
Borboletas noturnas...© Copyright
Ao som das Arias, o crepúsculo ensaia o retorna da noite e sua coroa
De ébano estrelado. A sua volta, em cores rubras e douradas. O cantar de um
Coro nos tons das clássicas tocadas...
Um tablado, o roçar de uma saia, no raso do chão, no rodopio frenesi,
No bailar sob a lua, esta ali, toda quente na entrega, na dança, uma magia
Da alma frenética, e desnuda...
As vozes se misturam ao som do violino, e o calor de um corpo bailado...
No suor delirante, ardor, odor, sensações e cheiros mesclados... Ao ritmo
Clássico, ou ao bailado, dos sapateados picantes...
Os ventos gritam em uivos, e sonoros aplausos! Aclamando a dançarina,
Que alça o vôo das borboletas noturnas...
Um rodopio, um salto, ponta dos pés, que apontam para o luar, querendo
Tocar, o cristal prata... Mergulhar, afogar, desabrochar no mar cinza,
Levitar pousar... O bailar no picadeiro acentua o brilhar das Graças, sob o
Pulsar dos raios da amorosa lua, e das sonatas... Ou da dourada, e graciosa
Lua cheia das serenatas.
Entre o bailar desvairado, do brilho dançante, como que poetizando no ar,
Com as letras, de bailarina musa... Os rodopios saltitam, nos mágicos sonhos, e sons, das cordas, que pulsam, e se misturam, aos sons tirados do fôlego musical, das tubas, e companheiros musicados.
E no dançar da alegria, a imaginação toma vida, no teclar preto e branco, das notas divinas do piano de calda... Aos gestos virtuosos, do pianista
Embriagado, pela visão do dançar enluarado, da bailarina emplumada...
Onde as flores, brotam ao tocar o chão, com seus pés de tália, e sua alegria
Voante, em asas de seda e jasmim, e o cintilar, de Aglaia...
Ao som de um violino, e os acordes de um violão, no bailar constante, de
Uma dançante paixão, Uma fogueira, um espelho, um quarto da minguante, e tão cheia lua...
Um romance bailarino, que desnuda os universos dos prazeres, misturados
A um desatar de desejos, da carne pura e nua...
O bailarino repousa em seus braços, o pouso do voar rasante da magia emplumada. . Hora, borboleta, em suavidade semblante, hora, o emplumado voar, do cisne prateado ofegante...
Oscilando entre as notas mágicas, um canto ao fundo entoa os passos...
E o retumbar de um coração acelerado, um rodopio, um passo Doublé...
Do bailar... Um corpo, que se solta aos ventos, um voar, um olhar no olhar,
Uma dança no dançar...
Firmeza singela, uma entrega, um calor... Uma pétala, uma flor, aplausos!
O céu se abriu! Um anjo dança o Ballet dos mortais...
A platéia se levanta, e se derrama em aplausos... Em deslumbre, pelo vôo pleno angelical...
Uma ave no ar, no ballet dos ventos, o vôo da magia dançante, o flutuar de um corpo pulsante, que repousa entre as notas... Um plainar suave, um mergulho em braços aconchegantes...
Em um mar de emoções constantes, no bailar incessante, sob o luar idolatrado, dos entes amados
Uma dança, uma lua, dois amantes, um calor, uma só pele nua... Êxtase, gotículas sem cor...
Uma trama, um drama, um drama na trama, de bailar, amar ao som
De um violino, a ternura da canção, no cantar...
Flutuar nos caminhos mágicos da emoção... No passo duplo, no ritmar do amor...
No teclar mágico dos dedos da ternura, divinais movimentos, conduzem a magia, da harmonia musical, nos bailes da lua...
E os dançantes, se embriagam sobre os passos, levitados pelos ventos, no pulsar eterno, dos passos bailados, no rodopiar extremo, infinitos dourados...
Aplausos! Os bailarinos dançaram os movimentos do por do sol, e o rodopiado enamorado da lua, anunciando que a vida, e’ o eterno prazer de dançar, no infinito prazer de amar... By betonicou
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Passagens do infinito...© Copyright( Ao meu pai)
Os ventos levam, e trazem a saudade...
Os ventos que vieram, se foram e retornaram...
O sol em todos os seus dias dorme, e acorda em
Seu esplendente fulgor...
A saudade vem e se incrustou em minha alma...
As lembranças me trazem a calma... Relembro de
Teus cabelos grisalhos e teus conselhos, que
Amenizam a lida e ainda lapidam meus sonhos...
E a tua voz acompanha, os meus caminhos de vida...
O gorjeio de suas lembranças
A saudade que aperta o peito, o teu carinho na minha alma encerra
A dura lei da natureza do tempo e o fechar dos portões alegres,
Dos suaves sorrisos, que sempre me dera...
A chuva cai em desespero de sua partida e nosso universo
Chora as lagrimas de tua triste ida para o mundo longínquo...
Os prantos, e cantos, se misturam em grande sinfonia de pássaros...
Que para ti entoam, os lindos tons com seus bicos de pífaros...
O retorno, aos jardins
E novamente o renascer do sol, como pássaro de fogo... Que renasce das
Cinzas em estupendo esplendor!Vida, agora nos braços de quem
Para sempre ama em toda exuberância, do universo indolor.
Agora, nos infinitos paradisíacos jardins... Resides sereno, e tranqüilo,
Com o pai amado que a todos ama. Ainda podemos bem perto senti-lo...
A lua suave e serena, nos abraça e nos consola... Uma mãe de
Ternura, e desvelo... No afago meigo aconchegante, em total carinho
Brinda-nos, no conforto de angelical melodia, de chamego e zelo...
Vindos do todo benevolente, diante de nossa tão frágil existência...
Em tua ausência Pai, as mãos de Deus nos abrandam, na calmaria serena...
Uma constante presença de amor e paz, nesta vida ainda terrena...
Um novo dia, um novo amanhã...
O amanhã nos brinda com nova paz, e reluz em luz divina...
A tua voz, nos ventos ouvimos todo atento... O gorjear dos pássaros,
Para sempre inesquecível! Do teu rosto ali calmo, um semblante,
Todo sereno... Na Paz e na serenidade, me contento.
Os ventos que trazem a saudade levem a ti, também, o meu sorriso...
Vou devolvê-lo um dia, nos jardins, em sorrisos cintilantes de brilho...
No reencontro de entes amados, no infinito sempre querido, um novo amanha, que nos céus haverá de vir...
Confortar-nos, em um novo, e eterno porvir...
Saudades meu velho, pai amado... Companheiro perdido...
Alegria, que ainda haverei de ver e sentir... Atua voz e as lembranças,
Serão sempre, em mim encontrados... E para sempre.
domingo, 14 de agosto de 2011
Espelhos orvalhados...© Copyright
Por entre as brumas, me envolvo, em ar tão denso... Procurando, como cego, tateio...
Quero encontrar, ou quero fugir? Contemplo, os espelhos embaçados...
Rodeio-me... Meus sentidos, estão confundidos... Sem som audível, ou apenas, um
Sussurrar, ao longe... Distante...
Neste habitat, enevoado, intranquilo...
Vagar, por entre a obscuridade, e’ caminhar, por entre pensamentos esquecidos...
Vasculho, por entre o ar nubiloso, dos inertes pensamentos ofuscados
Por entre os mistérios, mas não há escuridão... Mas, mesmo assim, nada vejo,
Neste ar quente, de vapor... De um respirar embriagado...
Quão cego, vagueio sem rumo; Dirigido pelo olhar limitado, imposto,
Pelas vidraças enfumaçadas... Um guia! Quero adentrar no espelho...
No interior das brumas, toquei objeto sem cor... Meu senso, ausente...
Situei-me com o tato, o sentido presente... Olhei, por entre as formas...
Procurei, entre tudo, que estava ali, existente...
Achei memórias, há muito esquecidas, ali, no meio das sombras...
A um palmo não vejo, no limite da realidade... Ali, se encontram pensamentos...
No canto, acanhados...
Por entre as brumas, estão os desejos de esconder, ou realçar... Refletir, a
Realidade, às vezes fria e crua; Onde os sonhos, se chocam com presença deste ar,
Denso e confuso... As confusões que Acercam a alma, nas horas instáveis, e mal resolvidas...
Ali, se escondem, Por entre, a solitária nevoa... Dentro, do espelho orvalhado...
A Realidade, não pode encontrar, ou afrontar, os meus sonhos eleitos; De estar, No meu mundo mágico, de pura utopia de vida... Após as brumas, entre os espelhos...
Um lugar mágico,
Onde se extrai, os sons mágicos dos pífaros
... Melodias alegres, e dançantes...
Para as almas solitárias...
Além da vida, nos embaçados vitrais... Os sonhos, imaginários revividos...
Onde as musas, nos brindam com suas infindáveis, bênçãos de inspirações...
Misturando o mundo real, ao paraíso do invisível, de minha mente sonhadora...
Uma utópica, e irreal realidade...
By betonicou
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Dei-me uma canção de amor....© Copyright
Dei-me uma canção de amor... Que seja terno, um passeio,
Em todas, as lembranças... Um sopro de murmúrios, das
Ressonâncias, das notas musicais... Do som das sonâncias,
Revelem do interior a minha dança... Revolvendo em meu
Peito, as lembranças, e sentimentos, onde tudo alcança...
Em um brinde, de nostalgia, o encanto, das notas de magia...
O momento que tudo cria, nas dissonâncias, de um acorde
Lírico, para um coração apaixonado.
Dei-me uma canção, que relate o amor vivido, e relembrado
E no levitar das notas, a noção da leveza ao vento...
Quero ouvir murmúrios, um ouvir atento... No doce delírio,
De novo, uma nova estação...
Um amor, ou dois amores... Um, e’ o deleite de amar... O outro
Quem sabe... Amou-se? E tudo, se dissipou ao ar... Sem,
Querer, ou premeditado... Por um deslize cruel do tempo que se foi...
Uma canção, uma melodia, uma nota de ilusão...
Neste canto, recordar você ausente... Cantar, e sentir mais
Uma vez, a fagulha, um sopro... Nos ouvidos uma voz, um tom...
Um sussurro, uma sensação extreme que deixaram marcas...
E que vem a tona... Marcadas na melodia, um alento...
Uma química dos prazeres vividos, e ainda contidos... Dei-me, uma
Canção... Que seja no jazz, blues, rock Rool... Mas que me
Lembre tudo que se foi, ou tudo que ainda ficou... Ali, inerte... A
Espera de poder ouvir as notas da saudade, destinado através dos
Tempos, a serem cantadas em melodias de rimas poéticas...
Dei-me uma canção, que se eleve aos ares do tempo, e revele as
Alturas, de um amor que subiu pelas asas de Orfeu... Onde tudo,
Pare... E o movimento, se estagne... Extasiado pelo pulsar constante,
Da magia de Melodia... Uma canção, que desprenda de todos os
Medos... Por que o bemol dos sentimentos teimou em levar
Para o mais profundo intento, a razão de um amor existido, e agora,
O fôlego do amor relembrado... E o brilho do amor revivido...
No sustenido destas notas, se elevem os sentimentos
Adormecidos. Em busca de mais uma vez sentir, o que outrora se
Sentiu... Nas alturas dos céus, flutuar alto no som...
Sentir o efeito dopante, e o destino agradável das notas em
Meus pensamentos, que um dia, se exauria...
Todos os medos se dissipem, e retorne a alegria de poder ouvir, e
Viver, no revelar das notas da magia... Relembrar
A vida ali cantada... No blues, jazz, ou outra delicia de cantar...
Então, dei-me uma canção de amor... By betonicou
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