Homem tal qual um pássaro,
Que se esquiva do vento frio...
Saindo da terra que inverna,
Para a terra aquecida de calor,
E luz...
Saindo do vale das sombras
Sombrias, uma razão...
Imigrando por caminhos,
Que aos poucos se estreitam...
Provado pelo fogo, e como a
Prata, o ouro, e a corça
Sedenta...
Caminho, frio, duro, árduo...
Um medo imenso!
E eis então um brilho intenso
Refulgência, que aponta como
Um raio, para o fim da estrada
Trilhada... Como um farol
Que serve como guia, durante
A tempestade forte, e
Sombria...
No alto mar solitário, a
Solidão se se preenche de luz...
Luz que prende o mais atento...
Um caminho, que nasce
Refulgente, fulgor intenso!
A semente que brota em terra
Seca, e sedenta... o coração...
No fim da estrada trilhada,
Em asas de águia voante...
Cavalgando o vento frio como
Aço cortante... ressoa o canto
Do pássaro migrante!
O canto da vitoria, e Fe provada...
Recebido pelo abraço de Deus...
Uma forte trovoada! Aprovando
A jornada finda.
O bem vindo à criatura, outrora
By betonicou













