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curvas, retas e esquinas

terça-feira, 13 de maio de 2014

Reviver ...© Copyright

Esses amores sem direção, sem terra firme pra pousar.
Olham-se as estrelas , estendem  as mãos, querendo nelas
Poder tocar. Esses corações, sempre na contramão,                                                             
Avançando sempre os sinais... E os vermelhos, sempre
Estão marcando todos esses temporais... E esse pulsar
Sem marcação, sem o compasso exato da canção...
Desafina desde então, em todo esse coração de saber
Amar... E as cruéis incertezas, são todas as asas que.
Não podem voar... Essas paixões sempre atemporais,
Pisam, em terrenos, e se perdem nos vendavais... Mas
Ainda, há sonhos quando se olha as estrelas!  Ainda,
Sente-se o perfume, sem os espinhos dos roseirais...
Essas paixões sem direção; trazem os exageros á noção...
Ainda pode-se ver uma luz lá no fundo... Trazendo brilho,
A lúgubre escuridão... Ainda, nota-se, a beleza das luzes dos
Vagalumes, numa noite fria, úmida, sem o brilho do luar.
As incertezas são frias confissões, sacrifícios mornos,
 Para um vazio, falso, e mal erguido altar...  Se não
Pecássemos tanto assim, em amar os falsos sonhos... Se
Não apegássemos tanto assim, aos ilusórios rostos risonhos...
Dentro de nos sempre seria, chuva calma de emoções... Porem,
Precisa ser assim, para amanhecer de novo, e de novo a
Nossa renascida forma das canções...  Hoje li as estrelas, e
Descobri que posso amar!  Vi tudo sobre as incertezas! E vi,
Que essas são sementes vazias, que não devem germinar...
E as certezas, com certeza, são nossas asas coloridas de poesia,
E sonhos, Plainando num lindo verso no ar... São asas brancas de
Um poder de amar... E descobri que as sensações, também
São asas ao vento!  São sonhos, que para voar precisam do seu
Devido tempo... “E tenho que estar atento”! Todos esses erros,
 São marcos, que marcam um recomeço... São sinais, que a vida,
Sempre pode ter um novo e pleno endereço...
By betonicou


domingo, 11 de maio de 2014

Motivos .© Copyright



Ponho-me a cantar, dentre todos os sorrisos, esse e’ o que
Encanta mais! Faço minhas preces, neste vale antes de tristes
Sombras... Expresso em canção, tudo que me carece, minha oração...
Vejo-me sempre mais forte, diante as incertezas de querer demais,
De querer ser capaz, sempre a refletir... Fico de joelhos diante das
 Ansiedades... Faço das minhas preces, meu desejo de felicidade;
Faço brilhar  em todas as sombras de minhas necessidades... Vejo
Diante de meus olhos, todos os rostos sofridos; porem eles, tem
Sorrisos de criança! Toda a infelicidade, não pode acorrentar os
Desejos de querer inocência! Vejo em tantos rostos risonhos, toda
A capacidade de enfrentar as guerras, de todos nossos desejos insanos...
Vivo a cantar todas as notas nessa minha prece, sem as lamentações
 Daquilo que sofremos... Esses meus olhos cansados, de chorar demais...
Toda a essa inquietude, desta juventude de querer sempre mais, de
Sonhar a mais... Ergo a minha visão para dizer então, que esta e’ a minha
Minha canção de viver... Sempre vivi pelos meus olhos, pois sempre vi,  
Tudo que este ser pode querer... Vivo devagar , pois toda a minha pressa
Chegou ao fim... Toda a calma transborda no meu eu todo, enfim...
Antes desiludido com a vida chego aqui simplesmente, através de uma fé, de
Seguir sempre em frente... Carregando toda a estrada que estes olhos viram,
E veem...  Navegando todas as águas, deste sempre meu querer, ou cortando
Do meu jardim todos os espinhos , que teimam em arranhar, essas minhas
Vestes, deste então, já sóbrio espirito na mansidão... Conhecendo as fases
De todas as minhas estações... Sendo simplesmente, frio ou quente... Vou
tecendo a partitura de uma nova, e terna canção... Conhecendo todas
As necessidades desta jornada... Recolho todos os frutos felizes, também
Existentes nessa estrada. Canto os meus dias, nesta minha manhã de preces
Exaltadas!  Vejo toda a minha vida correr mansamente, mostrando os caminhos.
Antes ausentes...  Carrego ainda sobre os meus ombros, parte desta caminhada...
Ainda há um peso a descarregar nos meus dias... Ponho-me a cantar pelos cantos,
Antes de querer chorar mais uma vez mais... Que toda a minha musical prece
Chegue ao teu altar, e que eu reflita , o que quero mesmo deste meu eu ... Toda a
Minha prece leva simplesmente, a minha caminhada... Toda a minha ansiedade,
Será Lavada... pois sei que sempre cuidou, e ainda cuidas de mim... Vivo a cantar
 Toda a minha esperança, e sobre os teus ombros apodero-me, de tua leve

 E certa herança enfim... By betonicou