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curvas, retas e esquinas

terça-feira, 17 de junho de 2014

Coisas da gente... © Copyright

Nem tudo e’ sol e flor, nem tudo e’ tudo... Às vezes
é mais do que somos,  mas tudo pode ser verdade,  sem
as contradições... Nem tudo faz ser, o que somos hoje.
Nem tudo domina,  Porque,  nem sempre somos o que
Somos... Às vezes somos mesmo uns esquecidos, dentro
de nós mesmos... Nada brilha, quando desacreditamos, e
 Nem tudo brilha se acreditamos... Nem tudo e’ dor, mas às
 vezes tudo dói,  quando complicamos... Somos quase sempre
o que procuramos ser,  e somos o que somos, foi o que
procuramos da vida fazer... Às vezes as dores curam-se,  e
às vezes permanecem para as lembranças. Dores,  às vezes
contorcem-se dentro de nós, para aprendermos a ter,  nem
que seja um breve instante de tolerância... Porem, nem tudo
é tudo quando se encontra alguém, e nem alguém e’ tudo
Aquilo, quando este não e´ de ninguém... Sempre imaginamos
um por do sol lindo pelas montanhas do horizonte... Às vezes,
as montanhas desabam-se, e o por do sol continua lindo,  porém,
um lindo  quadro  sem moldura... Nem sempre há boa musica por
detrás de um riso... Pode ser que o riso esteja a zombar de nossa.
melodia desafinada,   e às vezes desafinamos, bem  desajeitados...
Um falso riso às vezes encanta, e às vezes precisamos
mesmo falso  alguém sorria, para nos fazer sorrir... Precisamos de
um porto seguro, nem que seja para encourarmos nossas inseguranças
por um breve momento. E sempre o sol se põe, pois a noite quer chegar.
Sempre as manhãs pedem sol, mas se não vier, que venham as chuvas, 
pois sempre precisamos, ao menos de algumas gotas de ternura.
Às vezes o abraço e’ quente, às vezes o abraço e’ frio... Nem tudo e’
só verão, e nem tudo e ‘só inverno; As estações pedem ações... Frio
para aliviar o calor, e o calor para aquecer o frio... E as flores da
primavera enfeita-nos lindamente,  ate no leito de morte... E o outono
impele-nos,  sempre a querer um ato de poesia... "Direcionamos  os nossos                                           rostos,  como velas ao vento"! ...
By betonicou

Um comentário:

  1. Seguimos, poeta, seguimos a vida impreterivelmente, o rosto ao vento! bjs

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