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curvas, retas e esquinas

sexta-feira, 15 de julho de 2011

verdade...© Copyright



Procurei na mãe natureza, a verdade escondida...
Minha curiosidade, muitas vezes intensa...                                                       Aguçou se então, a ansiedade contida...
Por te querer verdade, enfim, ainda fugias de mim...
Talvez venha nos ventos cortantes, pois talvez, os
Ventos do sul, e do norte tragam noticias tua...
Mas ouvi apenas, uivos e sussurros...                                                                     Então verdade... Porque foges de mim?

Na beleza das flores, procuro... Sim, nas lindas
Cores das flores! Nas montanhas imponentes,                                                     Onde esconde o sol poente.
Na vastidão dos sete mares, procurei por todos
Lugares, Mas apesar dos pesares, ainda fugia,                                                           A verdade de mim...
Verdade, onde tu estas? Venha afagar a alma
Aflita, Libertar o ego do cárcere, fazer feliz
Aquele que sofre, Pela falta que tu faz...                                                          Verdade pequena, não me Satisfaz... Então,
Porque te ocultas assim?
                                                                                                                                Do mundo hostil, da língua cortante, da espada                                                Afiada, do medo da morte, da escuridão que me
Envolve... Oh!- Não me deixes tão pobre! Não te                                                 Afastes de mim!
Verdade onde tu estas?                                                                                    Procuro no céu infinito...
Aprecio a imensidão dos céus... Talvez naquela     
Estrela que cai, Pois lancei meu desejo, em
Encontrar o que tanto almejo; Ou, quem sabe,                                                        No brilho cintilante das estrelas; Ou no prateado
Da lua; Ou, quem sabe, no sol que nasce, ou n                                                        Sol que se Poe; Por de traz das lembranças, ou no
Presente, aqui, ou no futuro por vir...                                                                 Talvez eu encontre, talvez me encontre, quem sabe                                                    A verdade enfim... Verdade, verdade, Não fujas de mim!                                                                 By betonicou
                          

Aos falsos Reis....© Copyright



Nas areias do tempo, erguendo- se do chão.
Um castelo que sobe soberano, sem senso...
 Um inseguro... Erguido, e durando apenas
  Um momento... A mercê do vento, em
Tombada razão...
Sobre as pedras trituradas, uma timidez,
Falsidade imponente...
A solidez das certezas, ou a fragilidade das
Incertezas?
Um forte erguido, sobre o chão das idéias
Incertas...
Um castelo, edificado na debilidade das
O infortúnio descarte das vivencias
Desmedidas...
São as incertezas da vida mal realizada, onde
Erguem-se, as Quimeras... Alçando vôo, em
Devaneios loucos... Sobre as torres dos
Tormentos...
Castelos medievais, dos vendavais devaneios...
Sobre o chão movediço, se ergue o aglomerado
De torres...  Ao redor, um fosso...
Onde os repteis, estão à espera dos desavisados,
E sonhadores... Conquistadores, esperando
 Conquistar, uma coroa de latão, e jóias de vidro...
O rei de um castelo erguido sobre a areia,
E’ um rei de cartas marcadas...
Um jogo comprado... Um reino desfigurado.
Com cavaleiros loucos, em seus cavalos esquálidos...
Este rei, usa a coroa que faz JUZ as suas razões...
E’ a imagem, de uma torpe nobreza... A distorcida
Imagem, de um ego desfigurado...
Refletindo em seu castelo... Um monumento
Decaído...
Reflexo do falso brio... Erguido sobre o pó,
Das pedras, trituradas Pelo tempo. 
Sobre as tormentas, de um reinado mal erguido...       
Areias da fragilidade humana...


Assim, e’ o reinado de um rei,  de cartas marcadas.                     By betonicou